Cada dia que passa, a sociedade em geral esta se perdendo, entrando em colapso.
Um sinal disso é que as pessoas não se respeitam por pessoas, mas sim por que aparentam ser.
Qual é a diferença entre um médico, advogado e um lixeiro, um pedreiro? NENHUMA!!!
Sem o pedreiro, o advogado não pode ter seu escritório que precisa do lixeiro para manter seu local de trabalho limpo e higiénico assim como o médico que trata das doenças de todos.
Burrice tratar os outros como lixo.
É hora de esquecer as profissões e olhar para as pessoas...
Mostrando postagens com marcador sociedade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sociedade. Mostrar todas as postagens
sábado, 12 de março de 2011
Pessoas, não profissões.
Postado por
Rodrigo Ribas
às
18:11
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Comportamento Humano,
Dignidade,
Respeito,
sociedade
domingo, 17 de outubro de 2010
Para se elogiar?
A mudança da sociedade com o passar dos tempos e a criação de novas prioridades vem mudando a forma como vemos e vivemos o mundo.
A busca desenfreada por dinheiro, sucesso, realizações materiais vem mudando a moral do povo, principalmente do brasileiro.
Hoje em dia é comum ver pessoas nos ônibus ocupando lugar de idosos, grávidas, deficientes ou de pessoas que não tem condições de ficarem em pé por estarem com um braço quebrado ou perna quebrada.
As pessoas te olham com cara feia se um dos trinta livros que você carrega bate em sua cabeça ou ombro.
Não é só questão de cultura, mas questão de caráter.
Se você se levanta para ceder o lugar a quem necessita, as pessoas vem elogiar sua atitude, falando que foi lindo o que você fez, “parabéns”, “que lindo”, “nossa, que educação”.
Meu deus, isso é motivo para ser recompensado?
Se você vê algo de errado no seu trabalho e corrige, qual o motivo para se elogiar?
O caráter esta tão escasso, tão incomum a sociedade que quando se age da maneira correta, todos estranham e te vêem como uma pessoa diferente.
Ora, qual a diferença? Apenas porque uns aplicam e outros não?
O pior é ver que pessoas que elogiam quem tem caráter e vêem isso como uma boa coisa, não aproveitam as oportunidades para exercitar aquilo que o ser humano tem de melhor, o seu caráter.
Recompensar quem faz a coisa certa não é necessário, os elogios devem ser guardados para uma boa música, para um bom espetáculo teatral, um bom filme, uma boa comida, para o caráter, basta ter e por em prática, pois mesmo quando se faz esperando o reconhecimento, não é caráter, mas vaidade disfarçada.
Só por curiosidade, olha um vídeo que retrata a falta de educação X falta de caráter.
Postado por
Rodrigo Ribas
às
20:22
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Comportamento Humano,
Política,
sociedade
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
O Brasil do Lula - Zé Ramalho
Recebi por e-mail esta música do Zé Ramalho e simplesmente não há mais o que se dizer, a letra, brilhante e verdadeira, diz tudo, vida eterna ao grande Zé Ramalho.
Tô vendo tudo, tô vendo tudo/ Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo/ Um país que crianças elimina/ Que não ouve o clamor dos esquecidos/ Onde nunca os humildes são ouvidos/ E uma elite sem deus é quem domina/ Que permite um estupro em cada esquina/ E a certeza da dúvida infeliz/ Onde quem tem razão baixa a cerviz/ E massacram-se o negro e a mulher/ Pode ser o país de quem quiser/ Mas não é, com certeza, o meu país/ Um país onde as leis são descartáveis/ Por ausência de códigos corretos/ Com quarenta milhões de analfabetos/ E maior multidão de miseráveis/ Um país onde os homens confiáveis/ Não têm voz, não têm vez, nem diretriz/ Mas corruptos têm voz e vez e bis/ E o respaldo de estímulo incomum/ Pode ser o país de qualquer um/ Mas não é com certeza o meu país/ Um país que perdeu a identidade/ Sepultou o idioma português/ Aprendeu a falar pornofonês/ Aderindo à global vulgaridade/ Um país que não tem capacidade/ De saber o que pensa e o que diz/ Que não pode esconder a cicatriz/ De um povo de bem que vive mal/ Pode ser o país do carnaval/ Mas não é com certeza o meu país/ Um país que seus índios discrimina/ E as ciências e as artes não respeita/ Um país que ainda morre de maleita/ Por atraso geral da medicina/ Um país onde escola não ensina/ E hospital não dispõe de raio-x/ Onde a gente dos morros é feliz/ Se tem água de chuva e luz do sol/ Pode ser o país do futebol/ Mas não é com certeza o meu país/ Tô vendo tudo, tô vendo tudo/ Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo/ Um país que é doente e não se cura/ Quer ficar sempre no terceiro mundo/ Que do poço fatal chegou ao fundo/ Sem saber emergir da noite escura/ Um país que engoliu a compostura/ Atendendo a políticos sutis/ Que dividem o brasil em mil brasis/ Pra melhor assaltar de ponta a ponta/ Pode ser o país do faz-de-conta/ Mas não é com certeza o meu país/ Tô vendo tudo, tô vendo tudo/ Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo.
Postado por
Rodrigo Ribas
às
21:15
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)